Os silícios são todos iguais? Conheça diferentes tecnologias e saiba porque Exsynutriment® é melhor absorvido

Lasilium®: Combinação de um Silanol e um AHA (Ácido Lático)
22 de outubro de 2018

Disponível em diversas formas no mercado, nem sempre o silício é aproveitado e absorvido da melhor forma pelo organismo. Isso acontece porque algumas tecnologias não conferem estabilidade e diminuem a eficácia do ativo.

Silício orgânico: dentre suas várias funções, regula o metabolismo dos ossos, das cartilagens e do tecido conjuntivo, responsável por unir, proteger e sustentar todos os outros tecidos. Uma de suas principais funções é a síntese do colágeno tipo I e o aumento da atividade da enzima ligada à produção das fibras colágenas sendo fundamental para a firmeza da pele, das unhas e para o fortalecimento do cabelo.

A questão é que essa substância não se mantém estável durante toda a nossa existência, por isso a necessidade de suplementação. Nos últimos anos, várias marcas lançaram suplementos à base de silício com promessas de benefícios para a saúde da pele (ao promover lifting oral e atuar contra flacidez e rugas), dos cabelos (ao auxiliar no crescimento dos fios) e das unhas (com fortalecimento). Mas será que todos são iguais? Não. A forma assimilável do Silício pelo organismo é o Ácido Ortosilícico, no entanto esse mineral é muito instável e precisa de proteção para passar a barreira gastrointestinal. Quando alguns ativos chegam ao estômago, eles se polimerizam e perdem a sua biodisponibilidade, ou seja, sua capacidade de absorção. O produto acaba sendo inerte e não traz benefícios dermatológicos quando não está na sua forma estável.

Exsynutriment® é o único produto do mercado com a tecnologia da vetorização do silício em colágeno. Essa técnica exclusiva e patenteada há mais de 18 anos permite a estabilização do ácido ortosilícico em colágeno marinho, assegurando totalmente sua absorção pelo organismo. Confira as principais diferenças entre as tecnologias do mercado:

Ácido Ortosilícico estabilizado em Colágeno Marinho – Única tecnologia de vetorização do silício com comprovações científicas, Exsynutriment® tem estudos clínicos feitos por médicos brasileiros e apresentados no Meeting da Academia Americana de Dermatologia (AAD) e no Congresso Antiaging e de Medicina Estética (AMWC.) O ativo tem respaldo científico com benefícios para: os cabelos, ao atuar no bulbo capilar e reorganizar todo o couro cabeludo promovendo aumento do fluxo de nutrientes, atuando na formação de queratina, conferindo maior resistência dos fios e cabelos mais saudáveis; a pele, na medida em que atua como cimento dérmico estimulando a síntese de colágeno e elastina, sendo essencial para a saúde cutânea e conferindo efeito redensificador lifting e antiaging, além de firmeza e sustentação; as unhas, por regenerar o leito ungueal.

Associação simples de silício com colina – A associação não confere estabilidade, já que o silício é um mineral muito instável. Quando essa tecnologia chega ao estômago, o silício polimeriza e perde a sua biodisponibilidade. Não há comprovação científica de que a colina em pó seja um bom veículo. Não há patente que comprove a eficácia do ativo.

Associação simples de silício com colina na forma de pellets – Os pellets (granulados) limitam o receituário médico e encarecem a prescrição, porque nessa forma o silício não pode ser associado a outros ativos. Isso limita o conforto do paciente, que teria que tomar duas formulações, ao invés de uma. Também não há comprovação científica de que a colina (em pó) seja um bom veículo. Não há patente que comprove a eficácia do ativo.

Associação de maltodextrina com silício – Maltodextrina é muito usada na indústria alimentícia, mas não existe comprovação de seu uso como veículo farmacêutico. Maltodextrina é muito solúvel, portanto não consegue aprisionar a molécula de silício, soltando-o no meio do caminho, fazendo com que não chegue até o intestino. Maltodextrina não é indicado para diabéticos e pré-diabéticos. Os estudos utilizados na literatura são testes comparativo de solubilidade e não de biodisponibilidade.